quarta-feira, 6 de maio de 2015

CIDADES INTELIGENTES

No início do século XIX apenas 3% da população mundial vivia na zona urbana, atualmente, já ultrapassam 50% e estima-se que até 2050 chegue à cerca de 70%.  Este alto fluxo migratório do campo para a cidade vem e continuará trazendo grandes desafios para o governo, órgãos administrativos e para o cidadão. Mobilidade, segurança, saúde, educação, gestão de serviços básicos como água, energia e saneamento são alguns destes. Com o intuito de solucionar tais problemas, um projeto vem ganhando cada vez mais espaço, a implantação de Cidades Inteligentes (CIs).

O conceito básico das CIs consiste em uma combinação de estratégias de sustentabilidade e Tecnologias de Comunicação e Informação (TCI) para oferecer à população mais serviços, de qualidade e com menos custos. A figura a seguir mostra os principais pontos de planejamento e gerenciamento de uma Cidade Inteligente:


http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.ibm.com/smarterplanet/global/images/br__pt_br__cities__smarter_cities_eco_chart__460x350.gif&imgrefurl=http://www.ibm.com/smarterplanet/br/pt/smarter_cities/overview&h=350&w=460&tbnid=OdLFi_JfAPIP9M:&docid=Zoqjxu4RNjgcZM&ei=5NAOVtLJHoTsedrKtLgC&tbm=isch&ved=0CC4QMygAMABqFQoTCNLLype5pMgCFQR2HgodWiUNJw


TRANSFORMAÇÃO DA CIDADE


A transformação da cidade se dá em três etapas: criação, melhoramento e transformação da  sua infraestrutura tecnológica.

Primeiro: ampliam a capacidade de tornar suas conexões de rede mais importantes.  Um exemplo são os aplicativos que indicam onde há vagas de estacionamento disponíveis para o cidadão.

Segundo: melhoram os serviços com o uso de novos dados.  Usando Big Data, por exemplo, com uma câmera instalada numa rodovia que possui sensores captando a movimentação do local para que medidas possam ser tomadas para a melhoria do trânsito.

Terceiro: transformam os serviços que oferecem com o uso da conectividade.  Uma das ideias seria a existência de aplicativos em que usuários informam situações desagradáveis (como um cano de água estourado ou ruas com buracos e etc.) onde é preciso reparo ou melhoria da infraestrutura local.

Os aplicativos e dispositivos móveis são fundamentais para que haja interação entre as pessoas e a cidade e vice-versa.

A coleta e o uso das informações são a base para  melhoria das cidades, mas também são os grandes desafios e para superá-los é preciso adotar a "Internet de Todas as Coisas".

Fontes: https://www.youtube.com/watch?v=8Nn5wM2dytE&list=PLdbqAls4rohVNypSKql8BVd5TxOZxCQqT&index=6


A INTERNET DE TODAS AS COISAS


O fluxo de dados na Internet cresceu exponencialmente desde os anos 60. Em 2010, 12,5 bilhões de dispositivos estavam conectados em rede, estima-se que em 2020, este número chegue a 50 bilhões, sendo 2,5 bilhões de pessoas conectadas. Com essa explosão de dispositivos conectados o tráfego global de dados através das redes móveis deve alcançar 1 zettabyte até 2016 e crescer cerca de 13 vezes nos próximos cinco anos, chegando a mais de 34 exabytes por ano. Isso a Internet "comum" não suportaria.

Para resolver este problema um conceito mais amplo está sendo criado pelas novas tecnologias e oportunidades, a Internet de Todas as Coisas. Essa "nova" internet é a evolução natural das várias transições da tecnologia atual, combinando a própria Internet das Coisas com a mobilidade crescente, a urgência pela computação em nuvem e a importância cada vez maior da Big Data.

Confira o vídeo abaixo:





Fontes: http://canaltech.com.br/coluna/internet/Internet-de-Todas-as-Coisas-uma-nova-internet-para-uma-nova-era/
https://www.youtube.com/watch?v=PKFgJuXN6Fw